Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

A história do hip hop e entrevista a Eminem para a MTV!!!

 Pessoal antes de mais deixo-vos a publicidade aos meus outros blogs dos "Morangos com Açucar" e "Rebelde Way" em http://morangoserebeldes.blogs.sapo.pt com todas as novidades dos "Morangos com Açucar" e "Rebelde Way" e http://episodiosmcadownload.blogspot.com para quem curte acompanhar diáriamente os episódios dos MCA e não tem oportunidade de os ver na TV ou até mesmo para os rever!!!

 

 

Pessoal hoje deixo-vos com a definição de um estilo de vida, um estilo musical e muito mais que isso que é o "Hip Hop"...

 

A Dança de Rua surgiu através dos negros das metrópoles Norte Americanas.

http://www.jou.ufl.edu/pubs/onb/f03/IMAGES/hip_hop_3copy.jpg

As primeiras manifestações surgiram na época da grande crise econômica dos EUA, em 1929, quando os músicos e dançarinos que trabalhavam nos cabarés ficaram desempregados e foram para as ruas fazer seus shows.


Em 1967, o cantor James Brown lançou essa dança através do Funk. O Break, uma das vertentes do Street Dance, explodiu nos EUA em 1981 e se expandiu mundialmente, sendo que, no Brasil, devido à sua cultura, os dançarinos incorporaram novos elementos de dança.


Em janeiro de 1991, foi criado na cidade de Santos, o primeiro curso de “Dança de Rua” no Brasil, idealizado e introduzido pelo coreógrafo e bailarino Marcelo Cirino, baseado em trabalho prático e de pesquisa, desde 1982.


O curso virou projeto e para alguns “religião”, sempre com o apoio da Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Santos.


Hoje sua repercussão mundial, retrata o reconhecimento do trabalho e não um simples modismo.
 

 

 


A HISTÓRIA DO HIP HOP

A imagem "http://www.ginofitness.com/admin/imagens/modalidades/200509060729410.hiphop1.jpg" não pode ser mostrada, porque contém erros.

 

 

 

A cultura hip hop é formada pelos seguintes elementos: O rap, o graffiti e o break.
Rap - rhythm and poetry, ou seja, ritmo e poesia, que é a expressão musical-verbal da cultura;
Graffiti - que representa a arte plástica, expressa por desenhos coloridos feitos por graffiteiros, nas ruas das cidades espalhadas pelo mundo;
Break dance - que representa a dança.

 

 

 

Os três elementos juntos compõe a cultura hip hop.
Que muitos dizem que é a "CNN da periferia", ou seja, que o hip hop seria a única forma da periferia, dos guetos expressarem suas dificuldades, suas necessidades de todas classes excluídas...

 

 

 

O termo hip hop, alguns dizem que foi criado em meados de 1968 por Afrika Bambaataa. Ele teria se inspirado em dois movimentos cíclicos, ou seja, um deles estava na forma pela qual se transmitia a cultura dos guetos americanos, a outra estava justamente na forma de dançar popular na época, que era saltar (hop) movimentando os quadris (hip)...

 

 

 

Em meados dos anos 70 no Bronx, cidade de Nova Iorque, só existiam dois bons deejays conhecidos que eram Kool D.J. Herc e Kool Dee.

 

 

 

Kool D.J. Herc foi o maior e mais seguido de todos os D.Js. do Bronx.

 

 

 

De qualquer modo em meado dos anos 70 outro jovem D.J. que foi inspirado por kool D.J. Herc, Kool D.J. Dee, Disco King Mario, começou aparecer e crescer no cenário da música B.Beat chamado Afrika Bambaataa.

 

 

Ele tinha algo de grandioso da música B.Beat de Kool Herc, ele começou a trazer novos discos e fazia as pessoas dançarem como um trovão, e decidiu de chamá-los de ZULU NATION. Nos próximos anos Bambaataa seria o responsável por várias gírias no movimento. Nesta mesma época apareceu outro D.J. com o nome de Grand Máster Flash, que ajudou a reformular o jeito de rimar em cima dos Break Beats. Não foram Sugarhill Gang, D.J. Hollywood ou Eddie Chebba e Kurts Blow que começaram a rimar em cima dessas batidas, foram realmente Grand Máster Flash, Mele mel, Kid Creole e Keith Cowbow que começaram o fenômeno das rimas.

 

 

Se existe alguém responsável pela criação da música Break Beat, foram Kool D.J. Herc, Afrika Bambaataa e Grand Master Flash, os que vieram depois só ajudaram a construir o que chamamos de HIP-HOP.

 

 
O RAP:

 

 

Como já disse anteriormente rap quer dizer ritmo e poesia. Ao contrário de que muitos pensam e dizem por aí, o rap foi criado na Jamaica e não nos Estados Unidos... Por volta de 1960 na Jamaica existiam os "sound systems" muitos populares na ilha, pois sem dinheiro a população dos guetos iam para as ruas e ficavam escutando músicas nesses "sound systems" que eram na época algo como hoje em dia é um trio elétrico para nós aqui, só que em escalas bem, mais bem menores...Daí então com as músicas com ritmos jamaicanos rolando os "toaster" que eram como os mc's (mestre de cerimônias de hoje) ficavam falando frases e discursos sobre as carências da população, os problemas econômicos, a violência nas favelas, enfim sobre a dificuldade em geral da classe baixa dos guetos...
A ida desta nova forma de música para América até então, aconteceu no início de 1970, pois vários jamaicanos tiveram que deixar a ilha do Caribe e emigrarem para a América por problemas econômicos e políticos....
Um dos caras que foram para os USA e desembarcaram em Nova Iorque, foi o dj Kool Herc - trazendo em sua bagagem toda a sua experiência naquele ritmo dos guetos da Jamaica...
Daí então com a divulgação do novo estilo de se fazer música até então, desconhecido por lá, começou a surgir grupos de rap por todo gueto de NY...
Quanto ao primeiro registro fonográfico de rap, a divergências entre os estudiosos, alguns dizem que foi o grupo "Sugar Hill Gang" que gravou o 1º registro em vinil para o grande público, outros falam que foi o grupo "Fatback" com a célebre "King Tim Ill" por volta de 1978...

 


O GRAFFITI

 

 

O graffiti em si não há uma citação na história do hip hop onde ele começou primeiro, ou de que forma foram criadas letras e formas de se desenhar, mas há quem diga que ele foi o primeiro elemento a se formado. Naquela época gangues disputavam demarcando becos, muros e trens com seus nomes. Aos poucos a demarcação foi tomando segundo plano para uma verdadeira e nova forma de expressão artística, onde garotos com seus elementos futuristas ditavam novos estilos com o bico do ‘spray’ (nuts).
A influência latina é algo que podemos dizer que existe muito forte em todo trabalho...pois os maiores artistas veêm de países como, Colombia, Porto Rico e Bolívia...dos vários artistas do graffiti mundial citamos, Ramon Herrera, Lee Quiñones, Miguel"paco paco"Ramirez, Sandra "lady pink" Fabara, Futura, entre vários outros...

 

 

O HIP HOP NO BRASIL

http://hugohiphop.files.wordpress.com/2009/05/hiphop_dance_4152.jpg

 

 

O nome HIP HOP surgiu no Brasil na década de 80. Ainda não existiam movimentos que retratavam exatamente o fundamento, o significado na íntegra desta cultura, porque todo aquele povo da época (a grande maioria) desconhecia este nome HIP HOP. O que na época foi propagado e muito na mídia, era a febre chamada BREAK DANCE.

 

 

 

Break era a dança do momento na época, que jamais deixou de ser um elemento importantíssimo e imprescindível para o crescimento do movimento no Brasil.

 

 

 

Sendo assim: 1984, foi o ano oficial da chegada da Dança de Rua no Brasil e o surgimento dos B.Boyings, Poppings e Lockings.

 

 

 

Dizem que existiram pessoas isoladas que já começaram a dançar em meados de 1983, mas foi mesmo em 1984 que a mídia, através dos jornais, documentários, revistas, comerciais de TV e filmes que propagou em massa a chegada da nova dança.

 

 

 

Em todos os lugares via-se pessoas com roupas coloridas, óculos escuros, tênis de botinha, luvas, bonés e um enorme rádio gravador mostrando os primeiros passos, do que se tornaria mais tarde uma cultura bem mais complexa.

 

 

 

 

Todos aqueles que tinham uma certa afinidade pela dança foram influenciados pelas cenas do filme Flash Dance, os vídeos clips de Lionel Ritchie, Malcom McLarem e outros. Sendo que não podemos deixar de mencionar em hipótese alguma que o Rei do Pop Michael Jackson, lançou para o mundo o famoso Back-slide, inventado pelo Grupo Electric Boogaloo, que muitos Poppers viram e utilizaram muito no Brasil.

 

 

 

 

Na terra brasilis o hip hop na década de 80, contou também com as equipes de Som, estilo black music, como: Chic Show, Black Mad e Zimbabwe e algumas revistas. E é claro dos discos que apareciam na galeria da rua 24 de maio...

 

 

 

Os primeiros talentos tupiniquins, Nelsão Black Soul ou Nelsão Triunfo dançando break, conhecido também como “homem árvore” e sua turma o “Funk Cia.”, que inclusive fizeram à abertura da novela Partido Alto, na Rede Globo, sem esquecer que o Funk Cia. já vinham de muito tempo atrás; desde a época do Black Power dançando Funky no bailes de São Paulo.

 

 

 

Recém chegado dos E.U.A. um garoto chamado RICARDO do Grupo Electric Boogies, foi considerado por alguns o 1º B.Boy brasileiro, pois trazia do exterior os primeiros passos de Break para a revista: Dance o Break.

 

 

 

Thaíde e o Humberto, ou melhor, o Dj Hum, MC Jack que também é DJ, Pepeu, Racionais Mc's. General G.,Considerado o melhor vocal e a melhor levada de Rap, ele simplesmente desapareceu do mapa. MC Mattar, nome artístico (pseudônimo) utilizado por Marcelo Cirino.

 

 

 

Quem não se lembra da música: “Mas que linda estás”??? Do Grupo Black Junior’s. Os irmãos Metralhas, também apareciam no cenário.

 

 

 

Esses nomes mencionados acima, embora alguns desconheçam e ignoram o fato, foram os primeiros Rappers a gravar disco de vinil

 

 

 

Grandes nomes como Fábio Macari, DJ Cuca e a dupla dinâmica, bombástica e irreverente de brancos, chamada: “Dinamic Duo”, foram e são as verdadeiras enciclopédias do Hip Hop no Brasil.

 

 

 

Na época existia um concurso nacional de Break, o inesquecível Programa de auditório Barros de Alencar, que apresentou os grandes Poppers como Os Cobras e as Buffalo Girls e a grande final entre Os Dragon’s Breaker’s versus Gang de Rua (de Santos).

 

 

 

O Gang de Rua, foi fundado por Marcelo Cirino, e contava com mais três integrantes: Tijolo, Jorge Paixão e Daniel Paixão (hoje o rapper da gravadora Trama: Criminal D.).

 

 

 

Depois da febre de 85, surgiram nomes como: Back Spin, Jabaquaras Breakers, Red Crazy Crew, Street Warrior’s e Nação Zulu, que mantiveram vivo a arte do B.Boy.

 

 

 

Toda essa galera se encontrava na 24 de maio, em São Paulo, mas, começaram as implicações das lojas, com isso tiveram que mudar de localidade, indo para a Estação São Bento do metrô...Com uma divisão ocorrendo neste período da São Bento, outro grupo foi para a Praça Roosevelt e dalí surgiu o "Sindicato Negro".

 

 

 


Já em agosto de 1989 um cara chamado Milton Salles criou a MH2O "Movimento Hip Hop Organizado", ele Sales nesta época era produtor dos Racionais Mc's e foi até 1995, ao MH2O foi muito importante pois criava várias oficinas nas periferias, shows gratuitos nos guetos e divulgou muito o rap para o grande público.......
Hoje em dia, Milton Sales é responsável pela Companhia Paulista de Hip Hop, que continua tendo o mesmo intuito divulgar a cultura do hip hop.

 

 

 

Os 4 elementos do Hip Hop são:

 

 

 

- O BREAK: representa o corpo através da dança;

 

 

 

- O MC : a consciência, o cérebro;

 

 

 

- O DJ: a alma, essência e raiz;

 

 

 

- O GRAFFITI: a expressão da arte, o meio de comunicação...

 

 

 

Hoje em dia, existem muitos hip-hopeiros espalhados pelo Brasil, principalmente em São Paulo, que se auto-intitulam os conhecedores e entendidos da cultura. Dizendo que isso é, isso não é Hip-Hop, ao invés de fazer algo para o engrandecimento ainda maior do movimento, e não fazem.

 



 

SAIBA MAIS SOBRE O GRUPO
 

 

Hip hop Tuga

http://palcoprincipal.sapo.pt/uploads/photo/1/14/14398bac3975fa6a6ee453e0048fe8be.jpg

O Hip Hop Português (também conhecido como Hip Hop Tuga e HHTuga) é uma variedade de hip-hop diferente, porque é misturado com a música africana. É executado frequentemente por Afro-Portugueses, descendentes de imigrantes africanos que vieram a Portugal após a independência das colónias africanas.


 

 

História

 

O hip hop chegou a Portugal na década de 80. Primeiro invadiu os guetos mas depressa generalizou-se. Saído dos cinemas americanos na década de 80, o hip hop chegou a Portugal e infiltrou-se nos subúrbios da cidade de Lisboa e do Porto. Zonas como Chelas, Amadora, Cacém, e Margem Sul do Tejo foram consideradas o berço deste movimento. Da América, o hip hop trouxe a moda da streetwear, usada em Portugal pelos mais novos e os quatro elementos fundamentais: o MC'ing, o DJ'ing, breakdance e o graffiti. Foi com o álbum Rapública dos Black Company lançado em 1994 que o hip hop se afirmou de vez entre os portugueses. O refrão “Não sabe nadar, yo” chegou às bocas do povo rapidamente. Até o Presidente da República na época, Mário Soares, o usou num dos seus discursos polémicos: “As gravuras não sabem nadar, yo!” Apesar do boom, o hip hop acabou em desuso entre a população jovem, perdendo o compasso do estrangeiro, embora continuasse a sentir nos arredores da capital. Começaram a despertar álbuns marginais, mais alternativos e caseiros, sem quaisquer preocupações comerciais. Como referiu Sam the Kid, uma das estrelas do hip hop tuga, numa entrevista “as pessoas quando começam a fazer música não pensam no negócio, pensam só em criar”. Depois de 10 anos do movimento, surgiram grandes álbuns, pelas grandes gravadoras, que uniram o útil ao agradável. Apostaram, assim, na fusão entre o rap e vários estilos musicais para atingir um público alvo bastante selectivo - os jovens.

http://ourworld.blogs.sapo.pt/arquivo/hip-hop%20wall.gif

Agora deixo-vos com uma entrevista ao cantor Eminem para a MTV...

Eminem speak for JavaNunes in tv

http://www.musica.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/1915587/400


Eminem: É totalmente diferente. Não posso falar por Axl Rose. Não sei nada dele. Mas eu sou diferente. Minha vida, o que faço está na mídia sempre. As pessoas sabem como fui criado e coisas assim. Então faço música de negros e não escondo isso, não importa o quanto eu cresça. É de onde vim, e é o que faço, e não vou negar isso. Então não é algo que uso por escolha.

JavaNunes: Você percebe o quanto os termos que usa a se referir aos gays pode ser tão ofensivo quanto o que Axl Rose usou para se referir aos negros?

Eminem: Não.

JavaNunes: Por quê?

Eminem: Por causa da situação que vim. Por vir de baixo, por ter certos hábitos do lugar que vim. Uso vários outros termos no álbum. Mato a mim mesmo nesse álbum, falo das pessoas gordas. Qual organização virá atrás de mim? Entende? Acho que as pessoas precisam de alguém para culpar quando já estavam cansados de Marilyn Manson. Então eles vieram a mim.

JavaNunes: Quando você foi receber seu primeiro Grammy, você agradeceu as pessoas que viram o álbum pelo o que ele é, o que é interessante. O que você acha que esse álbum representa?

Eminem: Liberdade de expressão. Dizer o que você quiser. Expressão artística... Sei que quando sento para escrever - não importa o que sinto no momento - quero gravar logo para captar as emoções. Isso é o que eu faço, e quando a música fica pronta quero mostrá-la. É como me sinto no momento. Quando você ouve o Tupac, é diferente... Ele se contradiz. Ele pode ter uma letra anti-violência como "Keep Ya Head Up," dizer como gosta de uma garota numa e na outra dizer o contrário. Entende? Se você ouvir o álbum do Tupac, você ouve diferentes emoções, como ele se sentia em cada momento.

JavaNunes: Se você seguir a carreira artística, o artista não resolve essas contradições? Você está bravo com as mesmas coisas que estava antes do álbum sair?

Eminem: Não. Estou bravo com outras coisas.

JavaNunes: É possível vender 8 milhões de álbuns e ainda ficar bravo com certas coisas?

Eminem: Sim... Claro... Digo, se você for pelo 'Vendi muitos álbuns e agora tenho muito dinheiro, e tenho um nome reconhecido então devia estar satisfeito' não é verdade. Até por que não é pelo dinheiro, mas pela música. Se vender 100 milhões e tivesse todo dinheiro do mundo, ainda amaria fazer o que faço. Não iria parar, não estou nisso pelo dinheiro e direi isso até o dia que morrer. Não importa o quanto de dinheiro - se eu me sair bem ou fracassar, ainda amarei o que faço. Se eu gravar em um grande estúdio ou fazer uma demo de 8 faixas, ainda amarei fazer música. É o que amo.

JavaNunes: The Marshall Mathers LP está vindo de um lugar. Imagino se você mudou durante o ano passado. Você é uma pessoa diferente?

Eminem: Acho que sim. Acho que experimentei muita coisa o ano passado. Passei por muitas coisas na minha vida pessoal e acho que cresci, amadureci e acho que se você é um artista verdadeiro isso é o que vai te acontecer ou que deveria te acontecer. Acho que as pessoas vêem uma diferença - qual a palavra que quero? - não um eu diferente, mas um eu mais maduro.

JavaNunes: Voltando ao Grammy, como eles te trataram? Digo, você estava lá, Christina Aguilera estava lá, Carson Daly e 'N Sync estavam lá. Encontrou com eles no backstage?

Eminem: Não. Não me importo com isso. Estava no camarim, com meu pessoal, fazendo o que a gente faz normalmente.

JavaNunes: Você já passou da fase 'teen pop'? A Britney, Christina...

Eminem: Claro, ainda acho besteira, mas não estou mais bravo com ninguém ali. Acho que a principal razão pela qual eu os ataquei foi porque fui colocado como um artista daquele grupo e eu queria ter certeza que as pessoas soubessem que eu não pertencia aquilo.

JavaNunes: Você ouviu o que o Jon Stewart disse? O cara que estava apresentando o show?

Eminem: Ouvi no caminho para cá.

JavaNunes: Ele disse: "Vi o Eminem no Backstage, e ele é tão gay".

Eminem: Sim... Ele não me viu no backstage. E quando ele me viu, comentei sobre isso, e ele disse (imitando o Jon Stewart) "Não te odeio cara, foi coisa do momento blá, blá, blá..." De qualquer maneira. Eu disse: "Sou seu fã cara. Não me decepcione.

JavaNunes: Então você não saiu do banheiro com o George Michael?

Eminem: Ouvi isso também. É engraçado. Tipo, como posso ficar chateado com isso se tiro uma com todo mundo?

JavaNunes: Você agradeceu várias pessoas no Grammy, mas não agradeceu a Kim, sua mulher. Vocês ainda estão juntos?

Eminem: Ah, eu não... - Não quero comentar isso. Mas agradeci a minha filha.

JavaNunes: Sim...

Eminem: Agradeço a ela todo dia. Todo dia quando acordo agradeço a ela.

JavaNunes: Agora que você tem esses Grammys, o quê fará com eles?

Eminem: O que farei com eles?

JavaNunes: Bom, você já tinha dois. O que você fez com eles? Estão segurando portas?

Eminem: (Risos) Ano passado quando ganhei dois Grammys, fiquei com um e dei o outro para Paul, meu empresário. Ele falou:"já que você não liga para eles, posso ficar com um?" E eu disse: "Certo, eu não me importo." Mas tenho o outro em casa que mostra tudo que conquistei, para que a Hailie veja que o pai dela não foi só mais um, entende? Então provavelmente vou colocá-los na minha estante de troféus.

JavaNunes: É bom receber prêmios? Não é ruim certo?


Eminem: Definitivamente não é ruim. Adoro o fato de ser reconhecido pelo meu talento, por fazer o que faço, mas não me importo muito com isso. A principal razão pela qual entrei nessa carreira foi para ser aceito e reconhecido. Então se o prêmio significa respeito, é legal, vou recebê-lo, mas a coisa mais importante é ter o reconhecimento do público. A credibilidade do público é tudo para mim.

JavaNunes: Você se preocupou com o dueto com o Elton John, pois ele é tão pop, é como se você fosse para o pop?

Eminem: Não, só queria irritar as pessoas.

JavaNunes: Acha que conseguiu?

Eminem: Veremos amanhã, nos jornais.

JavaNunes: O abraço estará nos jornais amanhã, e irá irritar alguns. Qual era a mensagem ali?

Eminem: Qual a mensagem? Ummm... a mensagem ali. Você diz o abraço no Elton.

JavaNunes: E irritar todo mundo...

Eminem: A razão era o homossexualismo. E agora? Fôda-se. Diga algo de mim agora.

JavaNunes: Você pensa onde você pode levar sua arte? Vê onde pode ir e o que quer que ela se torne?

Eminem: Não sei. Não posso dizer para onde ela está indo e para onde quero que ela vá. Quero que ela cresça comigo como uma pessoa, mas não tenho planos de como estarei daqui a cinco anos, entende? Não vejo desse jeito. Deixo acontecer, e quando algo acontece comigo vou lá e escrevo sobre isso. É nessa direção que vou, enquanto estiver nesse negócio. Não tenho planos prontos. Daqui a uns 10 anos, talvez, queria estar sentado escrevendo e produzindo sem ser para mim, sem aparecer. Tipo como Dre faz.

publicado por Rickymcdread às 01:29
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